Próteses

Tudo que você precisa saber sobre Próteses

Tudo que você precisa saber sobre próteses

Esta é a especialidade é a que restabelece os elementos dentários e dentes que foram perdidos ou danificados devolvendo as funções mastigatória e estética.

Elas podem ser totais, parciais, fixas e estéticas, cada qual com sua indicação que será orientada pelo cirurgião dentista.

Lembrando que a Responsável Técnica, da Clínica Sorriso de Monalisa, Dra Paula Galicio é Especialista no assunto e com mais de 20 anos de experiência.

Conheça os tipos de Prótese mais comuns:

1. Prótese parcial removível (PPR)

A PPR é uma prótese amplamente utilizada nos consultórios Brasil a fora. Como as próteses sobre implantes tem um custo mais elevado, a realidade de muitos brasileiros ainda se enquadra no uso da prótese removível. Mas este quadro está mudando, porque os tratamentos com implantes estão crescendo muito e se popularizando.

A PPR apresenta uma estrutura metálica com presença de grampos, responsáveis pela retenção nos dentes remanescentes. A grande vantagem desta prótese é promover estabilidade na hora da mastigação e proteger os dentes.

A maior desvantagem é a estética, porque em muitos casos os grampos e a estrutura metálica ficam aparentes. Outro ponto é que este tipo de prótese requer um tempo de adaptação do paciente, principalmente para aqueles que nunca usaram prótese.

 

2. Prótese parcial removível flex (PPRflex)

A PPR flex normalmente é feita de um material chamado poliamida. Este material é injetado e dispensa metais e grampos metálicos. A Indicação segue praticamente a mesma das próteses removíveis.

As vantagens são: flexibilidade, estética, conforto e resistência. Como o material é mais leve e flexível, ele permite melhor adaptação entre prótese e mucosa gengival.

A grande desvantagem é que esta prótese pigmenta ao longo do tempo. Pacientes que não tem boa higiene apresentam maior inflamação gengival quando usam este tipo de prótese. O custo dela é mais elevado que a prótese removível.

 

3. Prótese parcial removível provisória (PPRprovisória)

A PPR provisória, como o nome já diz tem sua indicação para tratamentos provisórios, ou seja, ela cumpre a função de repor temporariamente a ausência de dentes.

Por exemplo, paciente que apresenta doença periodontal (tipo de doença da gengiva) e necessita remover os dentes, mas ainda não tem saúde gengival para próteses definitivas, terá como indicação este tipo de prótese.

 

A estrutura desta prótese é feita de resina acrílica e pode ter grampos que ajudam na retenção. Ela tem um custo mais baixo, entretanto sua estabilidade e durabilidade são menores.

Quando bem indicada esta prótese pode ser a solução entre ficar com dentes ou ficar sem nada.

 

4. Prótese Total (PT)

A Prótese Total, mais conhecida como dentadura, é a solução protética para milhões de Brasileiro.

Durante a faculdade um dos primeiros contatos com os pacientes foi na disciplina de Prótese Total. Desde lá ficou bem claro para mim a missão e responsabilidade de devolver o sorriso para um paciente. Poder ver novamente a alegria estampada no rosto dá a sensação de dever cumprido.

Este tipo de prótese é feito de resina acrílica, e sua confecção é bem detalhista e seguem várias etapas.

A vantagem deste tratamento é devolver função, estética e mastigação. A grande desvantagem é a retenção da prótese inferior. Isto ocorre porque ao longo da vida vamos perdendo osso na mandíbula, diminuindo assim, a área de retenção da prótese.

 

5. Prótese Total Imediata

A PT imediata segue a mesma linha da PPR provisória. Por que?

Porque a indicação deste tipo de tratamento é para casos onde o paciente irá perder todos os dentes ou em casos de cirurgia com implantes. Para evitar que o paciente fique edêntulo (totalmente sem dentes) e fique privado do convívio social, então é instalada esta prótese.

A PT imediata funciona como um tratamento de transição até que seja efetivamente feita a reabilitação definitiva. A sua execução é mais simples que a PT convencional e exige menos passos clínicos.

 

6. Prótese sobre Implante (Overdenture)

Você já sabe que as próteses totais inferiores apresentam problemas de retenção. Antes do advento dos implantes esta era a única solução para os pacientes.

Agora, já é possível oferecer outras alternativas!

A Overdenture são próteses totais retidas por componentes protéticos aos implantes. Ela pode ser feita no osso superior (maxila) e no inferior (mandíbula). Entretanto, é muito mais comum realizá-la em mandíbulas.

Existem basicamente 2 sistemas de retenção das Overdentures nos implantes: Barra-clip e O’Ring ou bola.

O Barra- Clip une a prótese através de clips que se adaptam a uma barra soldada sobre os implantes.

O O’Ring une a prótese através de um anel metálico ou de teflon que se encaixa em um componente protético, em forma de bola, adaptado sobre os implantes.

A grande vantagem das Overdentures é a estabilidade e segurança na hora da mastigação.

 

7. Prótese sobre Implante (Protocolo)

Na década de 70, um pesquisador da odontologia chamado Branemark começou a utilizar implantes de titânio para repor raízes de dentes perdidos na arcada inferior em pacientes edêntulos. Posteriormente, sobre os implantes dos quais uma prótese total era parafusada este tipo de prótese ficou conhecida como prótese tipo Protocolo de Branemark.

A utilização do Protoloco sobre Implantes é uma solução fixa para pacientes desdentados totais, tanto para a parte superior e inferior.

Este tratamento foi e ainda é uma revolução para os pacientes, justamente porque alia estética, função, estabilidade, segurança, confiança e longevidade.

A execução é complexa e depende de várias etapas. A primeira etapa é cirúrgica onde são instalados os implantes, após o processo de osseointegração (cicatrização dos implantes), o paciente passa pela etapa das moldagens e por fim, a instalação das próteses.

A prótese normalmente tem uma barra metálica fixada nos implantes, sobre esta barra são montados os dentes e a parte da gengiva, feita em acrílico. Como podemos ver na foto acima.

 

8. Protocolo sobre Implante (cerâmico)

O Protocolo cerâmico segue praticamente os mesmos passos de execução do feito em resina acrílica.

A grande diferença está no resultado estético final.

Vou explicar…

A cerâmica ou porcelana, quando bem executada, imita melhor as características dos dentes naturais, conferindo maior naturalidade. Outros benefícios são: melhor textura, estabilidade de cor, menor acúmulo de sujeira e maior resistência ao desgaste.

O protocolo cerâmico pode ser feito de diferentes maneiras.

Na primeira técnica: a porcelana é aplicada sobre uma infra-estrutura metálica (semelhante a barra do protocolo de gengiva). A aplicação da cerâmica é realizada de forma estratificada, onde cada porção do dente (dentina, esmalte, borda incisal e etc) recebe uma cor diferente. O resultado final fica bem próximo dos dentes. A parte da gengiva pode ser feita em porcelana ou em resina.

A segunda técnica: este procedimento recebeu o nome de protocolo dente a dente. Por que? Nesta técnica as coroas de porcelanas serão cimentadas individualmente sobre uma infra-estrutura metálica ao invés de ser aplicada diretamente sobre a barra.

Apesar de ser mais trabalhosa e custosa, o resultado final fica com estética excelente. Outra grande vantagem é que caso algum dente sofra trincas, não é necessário realizar uma nova prótese para recuperar o trabalho. Basta apenas remover o dente que sofreu trinca e cimentar uma nova coroa.

 

9. Protocolo em Zircônia

O protocolo em Zircônia segue as mesmas indicações para pacientes desdentados totais.

O que é zircônia?

A zircônia é um material cerâmico de elevada tenacidade e dureza.

A grande diferença entre protocolo cerâmico e o de zircônia é a infra-estrutura. Neste caso a infra-estrutura é toda em zircônia, material esteticamente superior ao metal. A estrutura em zircônia é fresada (sistema CAD/CAM) a partir de um único bloco de zircônia sólida, não sendo necessário soldas em sua estrutura conferindo maior resistência ao conjunto.

Sobre esta infra estrutura de zircônia são confeccionados os dentes, e pode seguir as 2 técnicas descritas acima.

 

 

10. Coroa

A coroa é o nome dado a uma peça protética que repõe um dente. Ela deve reproduzir as características anatômicas e funcionais de um dente.

Este tratamento pode ser executado sobre dentes e implantes.

A coroa sobre implante pode ser cimentada ou parafusada.

As coroas unitárias pode ser higienizadas da mesma maneira que os dentes, permitindo a passagem do fio dental entre elas.

O material utilizado pode ser de resina ou porcelana. Normalmente, as coroas de resina acrílica são utilizadas como provisório, para adequação da gengiva. Em alguns casos, podemos usar coroas de resina fotopolimerizável como tratamento definitivo.

A escolha do material definitivo(resina e porcelana), vai depender do custo-benefício para o paciente. Coroas de porcelana, possuem melhor adaptação, maior resistência, melhor estética, maior durabilidade, porém tem custo mais elevado.

 

11. Prótese fixa

As próteses fixas são indicadas para repor espaços ausentes maiores. A grande diferença entre coroas unitárias e próteses fixas é que as próteses são unidas, não permitindo a higiene de forma individualizada.

A prótese fixa pode ser sobre dentes e implantes. O material utilizado pode ser de resina ou porcelana.

Antes do advento dos implantes, a solução para repor um dente perdido era a prótese fixa. O tratamento consistia em preparar os dentes vizinhos que funcionava como ancoragem para o novo dente.

Hoje em dia praticamente não se indica próteses fixas sobre dentes, pois é mais eficiente colocar um implante e uma coroa no espaço ausente, preservando os dentes naturais. A indicação deste tratamento será para trocar próteses fixas antigas, ou para casos onde o paciente não tem condições de realizar implantes.

As próteses fixas sobre implantes podem repor espaços protéticos maiores. Elas podem ser cimentadas ou parafusadas.

Por que não colocar coroas unitárias sobre implantes?

Isto acontece por que em alguns casos, as condições ósseas não permitem a instalação de coroas unitárias.

Existe um 3º tipo de solução de prótese fixa: prótese dento-implanto suportada.

Em casos mais complexos, as vezes se faz necessário colocar uma prótese apoiada sobre dentes e implantes. Todo esse conjunto fica unido.

Apesar dos pacientes não poderem higienizar individualmente os dentes, existem soluções de limpeza para próteses fixas, como: escova interdental e passa fio.

 

12. Onlays, inlays, e overlays.

Antigamente, quando o dente perdia parte de sua estrutura dental e não podia ser restaurado por uma restauração de resina feita em consultório, o dente necessariamente tinha que ser tratado o canal, feito núcleo e coroa. No longo prazo esta abordagem diminui consideravelmente o tempo de vida do dente.

A evolução da Odontologia permite tratamentos cada vez mais conservadores e que preservam os dentes.

As Inlays, Onlays e Overlays são usados na reconstrução parcial de um dente. O que diferencia entre os 3 tratamentos é o grau de destruição do dente.

A indicação deste tratamento é para dentes com grandes, médias e pequenas destruição, seja por cárie ou fratura. O material utilizado é porcelana.

- Dentes com pequena destruição, restringidas ao sulcos dentais são indicadas para inlay.
- Dentes com média destruição, perda de uma ou mais cúspides são indicadas para onlay.
- Dentes com grande destruição, perda de todas as cúspides são indicadas para overlay.

As vantagens destes tratamentos são:
- preservação da estrutura remanescente
- estética
- durabilidade
- resistência

No consultório o dente é preparado, processo onde são removidos a cárie e áreas de retenção, depois é feita a moldagem dos dentes. A execução das peças de porcelana são feitas em laboratório. Após finalizadas, as peças são cimentadas nos dentes.

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